Há um ano, a agência curitibana Veemob tomou uma decisão ousada: deixou de ser apenas uma empresa de marketing para se tornar também uma produtora de vídeos especializada no setor médico. O movimento, que exigiu mais estrutura, direção criativa e estratégia, vem chamando atenção no mercado por sua capacidade de elevar o padrão da comunicação entre médicos e pacientes.
À frente da iniciativa está o CEO e filmmaker Gustavo Costa, que já acompanhou de perto dezenas de procedimentos — desde cirurgias bariátricas e oncológicas até intervenções estéticas e coloproctológicas. De dentro do centro cirúrgico, vestindo pijama cirúrgico e com a câmera na mão, Gustavo relata que a experiência vai muito além do que se imagina.
“Percebi que nosso trabalho não é só gravar um vídeo para o Instagram. É criar pontes entre médicos e pacientes. É contar histórias reais, que gerem confiança, acolhimento e posicionem o profissional de saúde não só pelo que ele sabe, mas pela forma humana com que cuida”, afirma.
A estratégia da Veemob é clara: usar o vídeo como principal ferramenta de autoridade e conexão. “O vídeo é a linguagem mais poderosa do digital, especialmente na área da saúde, onde o fator confiança é determinante”, explica Gustavo.
Com a nova abordagem, a agência passou a entregar conteúdos que não apenas mostram o dia a dia clínico e cirúrgico dos profissionais, mas que também educam, emocionam e geram resultados concretos — como aumento na procura por consultas particulares e melhora no posicionamento digital dos médicos atendidos.
Segundo Gustavo, muitos profissionais ainda têm receio de aparecer em frente às câmeras. “Mas é justamente aí que reside a oportunidade: quem se posiciona com propósito e estratégia hoje, colhe autoridade e previsibilidade amanhã”, reforça.
Para os médicos que desejam começar a usar o digital de forma profissional, a Veemob oferece um diagnóstico gratuito de Marketing Médico. A proposta é simples: entender o ponto de partida e traçar uma rota segura para que o jaleco brilhe também nas redes.
“Se você é médico e ainda não deu esse passo, pense em quantos pacientes a mais poderiam ser transformados se sua mensagem chegasse até eles da forma certa”, provoca Gustavo Costa.








