Publicidade Médica: O que não pode fazer?

“Publicidade Médica: O que não pode fazer?”

É fato que com o surgimento da internet a comunicação entre as pessoas do mundo inteiro passou por uma revolução. Quem estava longe, agora está perto e essa lógica também funciona para a publicidade de forma geral.

Isso quer dizer que o acesso à informação e conteúdos digitais se tornou cada vez mais democratizado e facilitado. 

E a maior qualidade da web, também é o seu maior defeito: dar voz para todas as pessoas. Nesse balaio de usuários cibernéticos existem muitas que acabam tomando conta de temas das quais não são especialistas, gerando ruídos e causando muita desinformação entre o meio mais leigo, principalmente se tratando do meio médico.

Manual de Publicidade Médica

Para evitar a divulgação de informações falsas e acabar com outros fatores, tais como a concorrência desleal, autopromoção e a “mercantilização da medicina” que o Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou o Manual de Publicidade Médica.

De forma resumida, a intenção da criação do manual é de trazer com responsabilidade ao público, o princípio básico do exercício da medicina: gerar bem-estar ao ser humano.

É o filtro necessário para que somente os profissionais especialistas em determinadas áreas, possam não só divulgar seus serviços, como também levar orientação de qualidade a todas as pessoas que o seguem.

Mas afinal, o que não se pode fazer na publicidade médica?

Expressões vetadas: nenhuma peça de marketing médico pode veicular expressões como “o melhor”, “o mais eficiente”, “o único capacitado”, “resultado garantido” ou afins;

Fotos de pacientes em material promocional: proibido! Mesmo com autorização do paciente. Vale destacar que as selfies também devem ser evitadas, apesar de estarem cada vez mais populares;

Divulgação do serviço nas redes: é possível desde que não contenham mensagens sensacionalistas ou de garantia de resultados;

Anúncio dos equipamentos da clínica: pode ser feito, mas a peça publicitária não pode sugerir que o aparelho representa garantia de sucesso no tratamento;

Participação em anúncios e propagandas: o Manual proíbe veementemente a participação de médicos em anúncios de produtos ou marcas comerciais, método ou técnica, não aceitos pela comunidade científica, além de divulgação de técnicas exclusivas. Entidades sindicais e associações médicas também estão sujeitas a essa restrição;

Participação em entrevistas: elas têm a função de esclarecer a sociedade. E no momento da divulgação, o profissional deve ser apresentado com nome completo e sua especialidade. O médico não pode se autopromover, fornecer endereço ou telefone de seu consultório, ou tentar captar pacientes;

“Publicidade Médica: O que não pode fazer?”

Recebimento de prêmios: o profissional não pode receber prêmios no estilo “Médico do Ano”, “Destaque” ou “Melhor Médico”, pois são considerados publicidade irregular. Homenagens são restritas às prestadas por instituições acadêmicas, sociedades médicas ou órgãos públicos;

Divulgação dos preços dos serviços: anúncios com divulgação de preços de procedimentos e/ou formas de pagamento são proibidos, assim como descontos promocionais e sorteios.

E reforçando, a divulgação de perfis de clínicas e de médicos, além de promover a imagem do profissional, tem como principal atuação o compartilhamento de informações de interesse público!

Gostou de saber mais sobre as regras por trás do marketing médico? Então comente UP!

Caso queira conversar e saber como podemos te ajudar, entre em contato com a nossa agência de Marketing Médico: Veemob Comunicação Criativa. 

Será um prazer te ajudar! 

Gustavo Costa

Gustavo Costa

Ele é o co-fundador da agência Veemob que há mais de 4 anos ajuda médicos e profissionais da saúde a viverem de consultório particular.

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